domingo, 29 de março de 2009

1. dá-me a sensação de que os condutores dos eléctricos têm um concurso entre eles a ver quem consegue derrubar mais passageiros! andam a uma velocidade louca e dão umas curvas quase impossíveis... imagino-os todos contentes a olhar pelo espelhinho e a fazer risquinhos num papel cada vez que um passageiro rebola pelo chão!

2. hoje ouvi a terceira buzinadela desde que vim para cá.

1 comentário:

João Queirós disse...

Olá,

Fui eu que deixei o outro comentário a pedir um e-mail. Como imagino que deva parecer estranho aparecer assim alguém a pedir o contacto sem mais nem menos, envio o que te queria enviar por aqui e, depois, se quiseres podes responder para o meu email.

Estou em Amesterdão há alguns dias mas há já algum tempo que venho seguindo o teu blogue . Não me lembro como o encontrei, penso que um amigo meu me terá dado o endereço.
Curiosamente, penso que estou na mesma situação que tu há uns meses atrás.
Vim para Amesterdão à procura de um trabalho, de um trabalho qualquer, para poder viver durante algum tempo nesta fantástica cidade.
Apesar de ser licenciado em engenharia do ambiente não me parece que consiga arranjar trabalho facilmente nesta área. Como é óbvio, estou a disparar em todas as direcções e a enviar CV's para todo o lado. Já agora ,como deves calcular, não falo holandês - arranho o Francês e falo "Portunhol", além do inglês, claro está.
Entretanto já contactei várias agências e trabalho para "portuguese native" em Amesterdão não há. Está complicado a procura.
Aquilo que à boa maneira Tuga te queria perguntar é se conheces algum trabalho (lavar pratos, call center, etc).
Como é que arranjaste o trabalho no restaurante? Usaste as agências de emprego ou contactaste directamente com o restaurante?
Se precisarem de alguém para lavar pratos no "teu" restaurante ou se conheceres outro trabalho qualquer ficaria muito agradecido se dissesses alguma coisa :-)
Para não estarmos a trocar mensagens por aqui (comentários) se quiseres envia e-mail para jpqueiros@yahoo.com.br.
Saudações,
João Queirós